FAQ 2017-07-05T23:05:08+00:00

Perguntas Frequentes

600 mm x 1.200 mm x 2.000 mm – padrão 19”.

Existem duas ofertas de hospedagem:

  • co-location negociação: unidades de ½ rack com 20 U e 3 kW; e
  • co-location web: unidades de ¼ de rack com 10 U e 1.5 kW.
Para cada ½ rack são disponibilizados 3 kW. Existe redundância, e o ambiente tem suporte por gerador.
São disponibilizadas duas fibras ópticas (ativo e contingência) de 10 Gb Multi Mode no co-location negociação ou dois up links (ativo e contingência) em cobre (RJ45) de 1 Gb no co-location web.
A B3 não disponibiliza internet, mas autoriza, para o co-location web, que os participantes contratem a conexão e/ou links dedicados diretamente com a operadora. O site possui duas salas de telecomunicações com as operadoras homologadas.
Não, mas é necessário contratar um link para gerenciamento do ambiente contratado.
O Data Center está localizado em Santana de Parnaíba (SP).
O prédio possui controle de acesso e o Data Center, controle biométrico de acesso exclusivo.
Sim. Deverá solicitá-lo enviando e-mail para colocation@bvmf.com.br. Após avaliação, o acesso será agendado.

Sim, o serviço de smart hands, que pode ser solicitado via e-mail (colocation@bvmf.com.br).

Não, as áreas de telecomunicações são as mesmas para RCB e circuitos dedicados.
Não, equipamentos de operadoras estão restritos às salas de telecomunicações.
Não haverá alteração. Mesmo quando houver a migração, os mesmos métodos de redundância continuarão sendo utilizados, logo o acesso ao PUMA Trading System permanece inalterado, ou seja, a atualização na arquitetura de conexão de fibra não precisará ser efetuada nesse cenário proposto.
O processo de migração é interno. Caso não haja nenhuma configuração ou especificação customizada, a migração ocorrerá e não será necessária nenhuma ação no caso das conexões RCB. Se o cliente co-location possuir alguma configuração mais específica (processos de redundância mais abrangentes, por exemplo), será preciso efetuar de mudanças relacionadas a ranges de IP etc.
O cliente co-location ficará restrito ao limite de banda contratado.
Atualmente, o Manual de Acesso à Infraestrutura Tecnológica já compreende tais recomendações e requisitos. É importante lembrar que as sugestões mínimas são por serviço.
O LiNe APD não será mais utilizado. Para que o “direto” possa acontecer, ambas as contas terão de ser cadastradas no mesmo gateway.
Como não haverá mudança de protocolo, os ambientes de certificação continuarão os mesmos.
Em 24 de abril de 2017, houve a liberação de circuitos de links de dados. Desde essa data, já é possível solicitar VPNs de gerenciamento.
A B3 assegura a competitividade e a variedade de clientes alocados no ambiente de co-location.
Sim. Apesar de as modalidades possuírem os mesmos padrões, a modalidade web passará por uma camada de segurança, o que acarreterá maior latência.
A B3 analisará cada pedido de reserva. Assim, é importante já ter planos de expansão
Sim, com a mudança no modelo de negócio, as PUMALink passarão a ser cobradas.
É o valor de dois ½ racks: R$14.000,00.
Atualmente, não. Cada ½ rack está limitado a 3 Kw.
Os valores incluem apenas a hospedagem, sem discriminar quais segmentos o cliente pode acessar.

Os seguintes serviços estão inclusos:

Na área de Logística de TI/Staging

  • Recepção e devolução de equipamentos enviados à Bolsa pelo cliente.
  • Orientação ao cliente em assuntos relacionados à instalação, desinstalação e movimentação de equipamentos.
  • Montagem de equipamentos em rack da área de staging.
  • Acompanhamento do cliente e fabricantes/fornecedores de equipamentos durante a montagem do ambiente.
  • Energização de equipamentos da área de staging.
  • Conexão com pontos de rede (UTP, coaxiais e fibras).
  • Transporte de equipamentos para ativação na área de co-location.
  • Liberação de acesso físico ás áreas de co-location e staging.

Na área de co-location

  • Verificação visual de máquinas e verificação física de cabos, para assistência de diagnóstico e reparo de faltas.
  • Cabeamento
    – Interconexão de equipamentos internos ao rack ecross connections.
    – Interconexão do rack ao POP (ponto da presença) e CPD.
    – Crimpagem de cabos (UTP, coaxiais e fibra).
  • Energização e movimentação de equipamentos no rack.
  • Inventário de equipamentos.
  • Filmagem e ajuste de câmeras.
  • Acionamento e desligamento de equipamentos, mediante solicitação do cliente.
  • Desativação de equipamento de negociação.
O contrato será separado, sendo que o investidor assinará um documento separado para permitir suas operações.

Tal ativação já está incluída no pacote de serviços, caso for uma conexão na sala de Telecom 1 e uma conexão na sala de Telecom 2.

A VPN pode ser configurada com vários peers e acessando a vários registros diferentes. A B3 realizará as configurações. Haverá envio de formulários.

Será tratada pontualmente em conjunto da área de Colocation com a Área de Segurança da informação. Ex: UDP500 não pode. No geral, tudo o que for voltado à negociação pode trafegar no ambiente de Colocation, enquanto o trafego de pós negociação não.

300,00 por mês. Será enviado toda a política detalhada para os clientes.

Sim. Sim, poderá haver o cross, mas os pedidos deverão passar uma avaliação de viabilidade pela B3.

Negociação é 10GB e Administração é 1GB.

Serão enviados os detalhes por e-mail na semana de 05/06.

Neste momento, serão prestados os serviços mencionados anteriormente. Existem parceiros que podem ajudar.

Sim, a B3 viabilizará os serviços de negociação, logo será possível enviar ofertas entre os data centers e receber o Market Data e o DropCopy